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terça-feira, 17 de julho de 2012

Estudo realizado no AM aponta uso de formol em produtos de estética


O uso de formol como alisante de cabelos é proibido pela vigilância sanitária. No entanto, testes feitos na Fundação Centro de Análise de Pesquisa e Inovação Tecnológica (Fucapi), em Manaus, demonstram que a substância é encontrada em vários produtos, mesmo aqueles que prometem não ter formaldeídos na composição.

Segundo as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a substância é tolerada apenas como conservante do produto, em uma concentração máxima de 0,2%.
O dermatologista Renato Cândido alertou que, além do potencial para provocar reações alérgicas e inflamações, o formol é um produto cancerígeno. Já o resultado estético não é duradouro.
O produto também apresenta riscos aos profissionais que utilizam o formol, porque eles acabam inalando a substância durante o procedimento.

No mercado existem diversos produtos que prometem um cabelo liso sem uso de formol. O registro na Anvisa seria uma garantia de que o produto é seguro, mas um caso ocorrido em Manaus levantou a suspeita da dona de um salão de beleza. A cliente acusou o salão de usar formol.
A proprietária do salão decidiu submeter os produtos a testes e encomendou laudos ao laboratório da Fucapi. Os resultados comprovaram que, embora os rótulos neguem, existe formol na composição de vários desses produtos.

Nos testes, as amostras dos produtos são misturadas a um reagente. Em menos de cinco minutos, o resultado: a cor rosa ou roxa indica presença de formol acima de 0,2%. A empresária gastou R$ 2 mil para comprovar o que os fabricantes não assumiam: a presença da substância perigosa na fórmula do produto.

O único produto em que o fabricante assume o uso de formaldeídos passou por testes na Universidade Federal Fluminense, no Rio de Janeiro, para saber a proporção da substância na fórmula. O laudo indica mais de 4% de formol, vinte vezes mais do que o permitido pela Anvisa.
A empresária Vitória Fernandes, dona de uma rede de salões, orienta as mulheres interessadas em ter um cabelo liso: nada de formol ou produtos desconhecidos que prometem milagre. "Acima de tudo, procurem profissionais de confiança", disse.

A outra empresária, que encomendou os testes, afirmou ter feito a denúncia à Vigilância Sanitária Municipal, mas ainda aguarda uma resposta das autoridades.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Você conhece os benefícios dos óleos?


Óleos que prometem milagres são cada vez mais comuns. Potentes hidratantes para o corpo e os cabelos, eles podem contribuir com a perda de peso, na prevenção de doenças cardiovasculares e no retardo do envelhecimento. Com tantas informações disponíveis, fica difícil distinguir quais óleos realmente são eficazes e fornecem os benefícios que garantem, e quais informações não passam de falácia.
Para não ter dúvidas, preparamos um especial explicando todos os benefícios dos óleos mais comentados por aí.

Óleo de amêndoas



O óleo de amêndoas proporciona hidratação oclusiva, ou seja, cria uma película que impede a evaporação da água na pele, evitando a desidratação. Muito utilizado em óleos de banho, o óleo de amêndoas ajuda a evitar que os sabonetes e a água quente dissolvam totalmente a gordura natural da pele, impedindo o ressecamento.

Também pode ser utilizado em forma de creme ou loção e incorporado em hidratantes contendo o lactato de amônio, uréia e ácido lático, entre outros.

Importante: Apesar de seu uso ser consagrado na prevenção de estrias, sabe-se que ele age apenas evitando a perda de água pela pele, mantendo a sua integridade.

Não existe contra indicação, exceto em área de pele muito oleosa ou com tendência a acne. Os casos de alergia são causados mais frequentemente pelos perfumes incorporados às formulações.

Óleo de argan



O óleo de argan é um óleo vegetal extraído da semente de uma árvore marroquina, chamada Argan Spinosa.É rico em ômega 6, ômega 9 e vitaminas. Atualmente, existem estudos em andamento tentando comprovar seus efeitos antioxidantes.

Popularmente conhecido como grande beneficiador dos cabelos ressecados, de fato o óleo de argan sela a cutícula do cabelo, proporcionando maciez e brilho. Os melhores resultados podem ser vistos nos cabelos muito ressecados, principalmente crespos ou ondulados e nos quimicamente tratados.

Pessoas que têm cabelos oleosos devem tomar cuidado com o uso do óleo de argan. O ideal é aplicar o produto na forma de serum apenas no comprimento dos cabelos, e não na raiz, evitando obstruir os folículos pilosos. Nessas pessoas, a aplicação diretamente no couro cabeludo poderia agravar seborreia e, às vezes, ocasionar queda do cabelo.

Óleo de coco



O óleo de coco é fonte de nutrientes antioxidantes – que combatem os radicais livres (substâncias que promovem o envelhecimento celular) – e ácidos graxos insaturados, que auxiliam na prevenção e tratamento de algumas doenças cardiovasculares.

Pode ser encontrado na forma refinada e extravirgem. Entretanto, o óleo de coco virgem contém maior concentração de antioxidantes. A versão refinada é obtida da polpa do coco seco (sem umidade), que não mantém as suas propriedades benéficas. Quanto mais natural o óleo, maior é o benefício.

Algumas pesquisas sugerem que o óleo de coco pode auxiliar na redução da gordura abdominal, com consequente perda de peso. Porém, o seu consumo deve estar associado a uma alimentação balanceada e hábitos saudáveis, como a prática de atividade física, acompanhada sempre por um educador físico.

Com sabor adocicado e no estado líquido, o óleo de coco virgem pode ser utilizado para temperar saladas, no preparo de vitaminas ou misturado a granola, iogurte e salada de frutas. Também pode ser ingerido puro, antes ou após as refeições, e até substituindo por outros óleos no preparo das refeições, como de soja ou canola. O que vale é usar a criatividade.

Profissionais sugerem a utilização de 2 a 3 colheres de sopa por dia, distribuídas entre as refeições. Uma colher de sopa com aproximadamente 15 ml contém cerca de 130 calorias.

A contra-indicação é para pessoas que apresentam alguma doença à qual é recomendada a restrição de gordura de qualquer espécie. É importante lembrar que a ingestão do óleo deve fazer parte de uma alimentação saudável e que ele deve ser utilizado em quantidades adequadas e recomendadas por um nutricionista ou médico.


Azeite de oliva



O azeite de oliva é o principal produto obtido dos frutos da oliveira. Depois de devida higienização, os frutos passam por um processo de moagem que consiste na trituração até formar uma massa oleosa. A partir desta etapa, esta massa pode ser submetida a três processos distintos.

Em sua composição, principalmente na forma extravirgem (cuja acidez é menor que 0,8%), há uma grande concentração de polifenois, antioxidantes que auxiliam no retardo do envelhecimento precoce das células. Além disso, também possui vitaminas lipossolúveis como vitamina A, D, K e principalmente vitamina E. A estrutura lipídica monoinsaturada tem um efeito protetor contra doenças cardiovasculares devido à redução do LDL “colesterol ruim” e aumento do HDL “colesterol bom”.

As gorduras benéficas, como a contida no óleo de oliva, tem o poder de aumentar a saciedade e podem ajudar a reduzir o apetite. Principalmente, se este consumo for associado a fibras como, por exemplo, verduras e legumes em saladas, que também ajudam na saciedade tendo como consequência a manutenção do peso.

O consumo, preferencialmente, deve ser em temperatura ambiente, evitando calor excessivo, já que diante do aquecimento o óleo de oliva perde parte de seus compostos fenólicos ou antioxidantes, substâncias benéficas à saúde.

Também é um alimento fonte de gordura monoinsaturada. De acordo com a IV Diretriz Brasileira sobre Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose de 2007, da Sociedade Brasileira de Cardiologia, a recomendação diária de lipídios para adultos por dia é de 25 a 35% do valor calórico total ingerido na alimentação distribuídos

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Ácido úrico elevado causa inflamação das articulações


A hiperuricemia é o nome que se dá ao aumento de ácido úrico na corrente sanguínea, geralmente ocasionado pelo aumento de sua ingestão ou pela sua produção ou excreção pelo organismo. Sua principal consequência é a Gota, doença caracterizada pela inflamação das articulações, que sofrem com a deposição de cristais de ácido úrico.

Em síntese, as causas da hiperuricemia podem ser genéticas e/ou ambientais. Entre os fatores ambientais, a alimentação pode contribuir substancialmente para o quadro, representando um terço da produção de ácido úrico no organismo, como resultado da quebra de moléculas de purina, proteína contida em muitos alimentos.

Pouco se sabe, entretanto, sobre a identidade e a quantidade precisa de purina na maioria dos alimentos, especialmente quando cozidos ou processados industrialmente. De acordo com nutricionistas do Einstein, indivíduos com hiperuricemia ou gota devem seguir uma alimentação equilibrada, com restrição de bebidas alcoólicas - principalmente cerveja - e baixa ingestão de alimentos de origem animal ricos em purinas, tais como: arenque, anchova, mexilhão, bacalhau, ovas de peixe, cavala, truta, sardinha, salmão, carne de vitela, bacon e miúdos.

Alimentos de origem vegetal ricos em purinas podem ser consumidos, e a ingestão de laticínios com baixo teor de gordura deve ser estimulada, pois pode contribuir para a melhora do quadro.

Alimentos com moderado teor de purina não devem ser consumidos na fase aguda da Gota, como por exemplo: castanha de caju, amendoim, nozes, espinafre, caranguejo, coco, couve flor, cogumelo, aspargos, lagosta, lentilha, cereais integrais, ostras, ervilha, camarão, grão de bico, carne de coelho, carne de porco, soja e derivados, feijão, castanha do Pará.

Os alimentos permitidos, com baixo teor de purinas são: massas, sagú, fubá, frutas, pães, margarina, queijo, chocolate, arroz branco, chás e leite.

Por fim, o consumo de água em abundância também é importante para auxiliar o organismo a eliminar o ácido úrico pelos rins.

sábado, 7 de julho de 2012

Tratar a pele no inverno é melhor por causa da menor exposição ao sol


Tratamentos de pele podem deixar o rosto sensível e provocar hematomas. Além disso, é importante evitar exposição ao sol, razão pela qual o inverno é a melhor época para se submeter a esses procedimentos estéticos.
Os tratamentos mais procurados são os peelings químicos, mecânicos e com laser para tirar manchas e acne, os tratamentos para rejuvenecer a pele e suavizar as estrias, e os preenchimentos e aplicações para secar vasinhos.
É importante procurar um dermatologista para identificar o tratamento mais adequado para cada tipo de pele. E os preços também podem ser muito diferentes uns dos outros, portanto, vale pesquisar.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Dançar forró alivia estresse, queima calorias e fortalece os músculo


Dançar é uma ótima maneira de se divertir, aliviar o estresse e, de quebra, eliminar alguns quilinhos.
Em junho, mês de festas juninas, um dos ritmos mais pedidos é o forró, típico do nordeste do Brasil. O ritmo é tema também da personagem Suelen, interpretada pela atriz Ísis Valverde, na novela Avenida Brasil.
Como é um ritmo bem acelerado, dançar forró ajudar a perder calorias, além de fortalecer os músculos das pernas, o abdômen e os glúteos. Segundo a médica do esporte, Fernanda Lima, dançar por uma hora queima mais de 200 calorias.

Já o forró eletrônico, que é ainda mais movimentado, pode queimar o dobro de calorias perdidas na dança do forró tradicional, que é só o famoso “dois para lá, dois para cá”.


O Bem Estar recebeu os professores de dança Fábio Reis e Marília Cervi, que ensinaram alguns passos simples do forró para quem está começando a dançar.
Mas quem não está acostumado a dançar, pode se cansar muito rápido e ter cãimbras, principalmente na região da panturrilha e dos pés.
Essa contração involuntária do músculo pode acontecer também por causa da fadiga muscular, do encurtamento muscular, da falta de hidratação do músculo (que pode acontecer em quem dança muito), falta de minerais como potássio e magnésio ou falta de cálcio.
Para resolver a cãimbra, a dica é alongar a região. Alimentos como leite, banana e água também ajudam a prevenir contra esse incômodo.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Dietas restritas em carboidratos ou proteínas podem fazer mal à saúde


Restringir a alimentação a carboidratos ou proteínas pode ser um problema. A opção por um e exclusão do outro pode causar danos à saúde e o preço pode aparecer a longo prazo.
Segundo o endocrinologista Alfredo Halpern e a nutricionista Mônica Beyruti, todos os elementos da alimentação são fundamentais para o organismo e cada um deles funciona para algo diferente no corpo humano.
Em uma dieta diária de 2 mil calorias, recomenda-se que sejam 50% de carboidratos (mil calorias), 35% de gorduras (700 calorias) e 15% de proteínas (300 calorias). O Ministério da Saúde indica que sejam consumidas diariamente seis porções de cereais, raízes, batata e massas, três de frutas e sucos, três de leites e derivados, três de legumes e verduras, uma de feijão e sementes, uma de açúcar e doces, uma de carne e ovos e uma de óleo e gordura.

domingo, 1 de julho de 2012

Faça exercícios


Praticar uma atividade física regular ajuda a emagrecer, aumenta a força e o tônus muscular, melhora a capacidade respiratória e o condicionamento físico. O ideal é fazer de três a cinco vezes por semana, de 30 a 40 minutos. Para quem é sedentário, o primeiro passo é procurar um clínico geral, que pedirá exames de glicemia, colesterol, de pressão e frequência cardiorrespiratória. De acordo com os resultados, você saberá qual tipo de atividade física é a mais adequada para você. Isso vale também para quem pretende frequentar uma academia. Caminhadas de 30 minutos, de três a cinco vezes por semana, são indicadas para todas as idades, desde que não haja problemas de locomoção. Consequência: mais disposição e um corpo mais enxuto e mais resistente a infecções.

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